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Inovação e tecnologia 30/08/2021

Economia H2: descubra como a Hyundai investe em um futuro movido a hidrogênio.

Em um mundo em que as energias renováveis têm ganhado cada vez mais importância, diversas nações pelo mundo passaram a adotar o hidrogênio como um dos pilares de suas políticas sustentáveis. E a Hyundai, empresa comprometida com a redução do impacto ambiental, não poderia deixar de ser pioneira no uso desse elemento. Alguns modelos – como o NEXO, fabricado no exterior – já são movidos à base de hidrogênio e devolvem para a natureza, por meio do escapamento, nada além de... água!

Como funciona a tecnologia?Basta pisar no acelerador e um moderno sistema combina as células de hidrogênio com o oxigênio, gerando uma reação que envia eletricidade para o motor. E o melhor: a única emissão é água, em um processo que ainda filtra o ar por onde o carro passa. Ou seja: não basta apenas não poluir. Agora, dirigir pode inclusive tornar mais limpo o ar que respiramos. E as vantagens para o motorista são muitas: os veículos são tão seguros quanto os movidos a gasolina, têm um longo alcance (um tanque cheio tem autonomia para mais de 480 km), curtíssimo tempo de reabastecimento (menos de 5 minutos) e muito mais.

Hidrogênio além dos carrosSe produzido e aplicado em escala, esse método de geração de energia poderá substituir os combustíveis fósseis, permitindo que aviões, navios e caminhões também se tornem mais sustentáveis. E, no futuro, as células de hidrogênio lançadas pela Hyundai poderão ser utilizadas por outras empresas e até mesmo gerar energia para cidades inteiras pelo mundo, transformando a forma como vivemos e ajudando a construir um planeta melhor para todos.

O hidrogênio hojeAtualmente, cerca de 120 milhões de toneladas de hidrogênio são produzidas por ano. A maior parte é usada para fertilizantes e outros produtos químicos. Uma quantidade que seria suficiente para abastecer 200 milhões de veículos elétricos a célula de combustível (VECCs), em inglês fuel cell electric vehicles (FCEVs), ou até 200 mil aviões modelo A380, o maior avião para transporte de passageiros do mundo. Em 2019, o hidrogênio era responsável por 4% da energia global. Em 2050, a meta é chegar em 18%. Tal crescimento resultaria na criação de 30 milhões de empregos, na redução de 6 GT (gigatoneladas) de emissão de CO2 (equivalente a quase todas as emissões de CO2 da América do Norte anualmente) e em até US$ 2,5 trilhões em receita anual. Atualmente, a Coreia do Sul é líder em exportação de VECCs, com 1.700 veículos exportados em 2019 (um aumento de 180% em relação a 2018). E, no ano passado, 60% dos VECCs vendidos globalmente vieram do país asiático com a Hyundai, claro, liderando o mercado.

E esse é apenas o começo:Com políticas nacionais mais progressivas, melhor infraestrutura e custos decrescentes, a adoção do VECC deve subir fortemente nos próximos anos. São previstos 3 mil postos de abastecimento planejados para até 2025 e oito vezes mais crescimento em sete anos, o suficiente para abastecer 2 milhões de VECCs por ano.

Ficou interessado? Assista ao vídeo e conheça ainda mais sobre essa tecnologia.

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